18/09/2013

Representações sociais no discurso político

Considere o vídeo, cujas expressões mais significativas se transcreveram.



  • Custe o que custar, o país vai cumprir o programa de assistência económica. (0:02) Pedro Passos Coelho

    As taxas moderadoras vão ter um aumento superior a 50%, disse o Ministro da Saúde. (0:18) Locutora

    É inaceitável que num momento de crise social profunda, O Governo tenha colocado como prioridade o aumento para o dobro das taxas moderadoras, quando os portugueses já são hoje, no âmbito da OCDE e da União Europeia, dos que mais pagam directamente do seu bolso as despesas com a saúde. (0:34) ... Isto é um roubo às famílias, um roubo aos portugueses (1:30)... Para além da inconstitucionalidade do roubo do direito à saúde, também é tempo de Governo dizer a verdade aos portugueses... Particularmente os idosos vão sofrer muito com esta política. (1:33) Associação dos Médicos de Saúde Pública

    Esta quadrilha é muito perigosa. Num primeiro momento achei que devia haver algum respeito pelos constrangimentos externos, agora quando vêm dizer que independentemente dos constrangimentos externos aquilo é bom para o país! (2:41) Estão a destruir o país. Estão a vender. Aquilo que é chamado pacote de ajuda não é ajuda nenhuma, e aquilo a que agora chamam privatizações não são privatizações, é pura e simplesmente vender o que resta das últimas parcelas de soberania económica a Angola e à China. (3:31) ... Que há muito dinheiro que vai entrar nos cofres do PSD também não tenho dúvidas (3:53) ... O que Passos Coelho disse foi: “o país preciso disto!” Ou seja, alguém que precisa que os velhos morram em casa! (4:09) Clara Ferreira Alves

    Não tenho receitas de transporte. Ou as pessoas utilizam algum familiar ou simplesmente não vão às consultas (5:20). As pessoas começam a faltar às consultas porque para além de não terem meios de transporte, também não têm possibilidades económicas de se deslocar (5:30) Bombeiro

    Faltam a consultas e tratamentos porque não têm dinheiro para pagar o transporte (5:50) Locutora

    Não acha abominável que se discuta se alguém tem direito à hemodiálise? (6:00) Pivot de entrevista

    Tem sempre o direito de pagar (6:05) Manuela Ferreira Leite

    É preciso virar a página desta política. É preciso despedir estes políticos profissionais, que vemos na praça pública, para colocar profissionais na política criando um novo projecto de construção social, uma nova mentalidade e um novo regime (6:30) Associação dos Médicos de Saúde Pública

    O que é que diz o estado de necessidade? Por um lado o Estado é obrigado a cumprir a lei e os acordos do país, mas se ao cumpri-los provocar um dano ainda maior, então está autorizado a não os cumprir. Ou seja, se Estado para cumprir as suas obrigações com os credores, fecha as escolas, fecha os hospitais, fecha serviços públicos essenciais, e por outro lado, e provoca por exemplo situações que levam à morte de milhares de pessoas, de fome e frio, está a esvaziar-se da sua razão essencial de ser. Está a tornar-se ilegítimo. (7:20) Comissário do Conselho Europeu


1. Evidencie três características das representações sociais utilizando os excertos transcritos.

2. Identifique cinco representações sociais expressas na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

3. Apresente dois exemplos de mobilização das representações sociais de Direitos Humanos para o discurso quotidiano. (Transcreva excertos da DUDH e comente-os)

4. "Só é possível educar aprendendo, ensinando, praticando, respeitando, protegendo e promovendo os Direitos Humanos". Comente, utilizando alguns argumentos da imagem abaixo.


Becoming a Human Rights Friendly School - A GUIDE FOR SCHOOLS AROUND THE WORLD

25/04/2013

Your Better Life Index Tutorial

Há mais vida para além dos números frios do PIB e das estatísticas económicas. O Índice Better Life permite comparar o bem-estar entre os países, com base em 11 dimensões (TOPICS) que a OCDE identificou como essenciais, nas áreas de condições materiais de vida e qualidade de vida: Habitação, Rendimento, Emprego, Comunidade, Educação, Ambiente, Participação Cívica, Saúde, Satisfação com a Vida, Segurança e Equilíbrio Trabalho-Vida. Além da generalidade dos países europeus também inclui Austrália, Brasil, Chile, Israel, Japão, Coreia, Nova Zelândia, Federação Russa, Turquia e Estados Unidos.



Cada uma destas dimensões é medida numa escala de 0 a 10. Por exemplo, a dimensão rendimento coloca no topo do ranking deste os Estados Unidos, o Luxemburgo e a Suíça, acima de 7,9; na cauda ficam Brasil, Chile, Turquia e México, abaixo de 0,9. Na dimensão educação a Finlândia e o Japão encontram-se acima de 8,8; Brasil, Turquia e México estão abaixo de 1,9. Com o seu emprego estão mais satisfeitos suíços, holandeses, noruegueses e luxemburgueses. Portugal tem a sua melhor marca do ambiente, 7,9; e a pior na satisfação com a vida, 1,0.

O site permite observar os rankings por países, comparando-os uns com outros de acordo com a classificação que obtiveram em cada tema e a ponderação atribuída pela OCDE (em COUNTRIES ou TOPICS). Certamente mais interessante é a ferramenta que permite construir o seu índice Better Life, atribuindo diferentes ponderações a cada tópico (INDEX). Nestes gráficos, cada flor representa um país; cada pétala representa uma das onze dimensões (tópicos). O comprimento de cada pétala representa a pontuação do respectivo país, enquanto a largura representa a importância que lhe foi atribuída.

Clicando nas flores obtém-se uma rápida descrição do respectivo país.

Your Better Life Index Tutorial


Breve justificação de cada dimensão

Habitação
Viver em condições de habitação satisfatórias é um dos aspectos mais importantes da vida das pessoas. A habitação é essencial para atender às necessidades básicas, como abrigo, mas não é apenas uma questão de quatro paredes e um teto. Habitação deve oferecer um lugar para dormir e descansar, onde as pessoas se sintam seguras e tenham privacidade e espaço pessoal, um espaço onde possam criar uma família. Todos estes elementos ajudam a fazer da habitação um lar. E, claro, há a questão de saber se as pessoas podem pagar pela habitação adequada.

Rendimento
Embora o dinheiro não possa comprar a felicidade, ajuda muito. É um meio importante para atingir padrões mais elevados de vida e, portanto, maior bem-estar. Maior riqueza económica pode também melhorar o acesso à educação de qualidade, saúde e habitação.

Emprego
O trabalho tem benefícios económicos óbvios, mas ter um emprego também ajuda os indivíduos a permanecerem conectados à sociedade, construírem a auto-estima e desenvolverem habilidades e competências. Sociedades com altos níveis de emprego também são mais ricas, mais estáveis politicamente e mais saudáveis.

Comunidade
Os seres humanos são criaturas sociais. A frequência do nosso contacto com outras pessoas e da qualidade das nossas relações pessoais são determinantes cruciais do nosso bem-estar. Os estudos mostram que o tempo gasto com amigos está associado a um nível médio mais elevado de sentimentos positivos, e um nível médio inferior de sentimentos negativos do que o tempo gasto noutras alternativas.

Educação
A educação desempenha um papel fundamental concedendo aos indivíduos os conhecimentos, as habilidades e competências necessárias para participar efectivamente na sociedade e na economia. Além disso, a educação pode melhorar a vida das pessoas em áreas como a saúde, a participação cívica, o interesse político e a felicidade. Os estudos mostram que pessoas educadas vivem mais, participam mais activamente na política e na comunidade onde vivem, cometem menos crimes e dependem menos da assistência social.

Ambiente
A qualidade do nosso meio ambiente local tem um impacto directo na nossa saúde e bem-estar. Um ambiente preservado é uma fonte de satisfação, melhora o bem-estar mental, permite que as pessoas recuperem do stress da vida quotidiana e para realizem actividade física. Ter acesso a espaços verdes, por exemplo, é uma parte essencial da qualidade de vida. Além disso, as nossas economias não dependem apenas de trabalhadores saudáveis e produtivos, mas também dos recursos naturais, como água, madeira, pesca, plantas e culturas.

Participação Cívica
Hoje, mais do que nunca, os cidadãos exigem maior transparência dos seus governos. Informações sobre a quem, porquê e como as decisões são tomadas são essenciais para responsabilizar os governos, manter a confiança nas instituições públicas e apoiar condições justas para os negócios. Maior transparência não é apenas fundamental para a defesa da integridade no sector público, mas também contribui para uma melhor governação. Na verdade, a abertura e a transparência podem melhorar os serviços públicos, minimizando o risco de fraude, corrupção e má gestão dos fundos públicos.

Saúde
Boa saúde traz muitos benefícios, incluindo maior acesso à educação e ao mercado de trabalho, o aumento da produtividade e da riqueza, redução dos custos de cuidados de saúde, boas relações sociais e, claro, uma vida mais longa.

Satisfação com a Vida
A medição de sentimentos pode ser muito subjectiva, mas não deixa de ser um complemento útil para dados mais objectivos quando se compara a qualidade de vida entre os países. Os dados podem fornecer uma avaliação pessoal de saúde dos indivíduos, educação, rendimento, realização pessoal e das condições sociais.

Segurança
A segurança pessoal é um elemento essencial ao bem-estar dos indivíduos, e em grande parte reflecte os riscos de as pessoas serem fisicamente agredidas ou vítimas de outros tipos de crime. O crime pode levar a perda de vidas e bens, bem como à dor física, stresse pós-traumático e ansiedade. O maior impacto do crime sobre o bem-estar da população parece ser através do sentimento de vulnerabilidade que provoca.

Equilíbrio Trabalho-Vida
Encontrar um equilíbrio adequado entre o trabalho e a vida diária é um desafio que todos os trabalhadores enfrentam. Em particular, as famílias são as mais afectadas. Alguns casais gostariam de ter (mais) filhos, mas não vêem como se poderiam dar ao luxo de trabalhar menos. Outros pais estão felizes com o número de crianças na família, mas gostariam de trabalhar mais. Este é um desafio para os governos, porque se os pais não podem alcançar o equilíbrio trabalho/vida desejada, não é só o seu bem-estar que se reduz, mas assim o desenvolvimento do país. Se os pais têm de escolher entre ganhar dinheiro e cuidar dos seus filhos, o resultado é que haverá muito poucos bebés e muito pouco emprego.

Atribuindo ponderações elevadas às dimensões onde Portugal se encontra melhor posicionado, obtemos representações de Portugal no topo dos gráficos.

Atribuindo ponderações elevadas às dimensões onde Portugal se encontra pior posicionado, obtemos representações de Portugal na cauda dos rankings.



1. Discute a posição de Portugal no contexto da União Europeia.

18/02/2013

Valores dos britânicos e dos americanos


Os britânicos são mais tolerantes que os americanos. Bastará recordar as suas posições sobre a pena de morte.

Fonte: Videographics/The Economist

18/01/2013

Sociologia do Corpo como linha de pesquisa

Para  treinar a problematização e a crítica da sociedade que nos rodeia, conscientes da necessidade de rigor científico, será conveniente abordar os temas de trabalho seguindo uma linha de pesquisa comum a todos grupos, que lhes confira alguma unidade teórica, estimulando o debate e orientando a pesquisa.  O “corpo” encontra-se presente em todas as interacções sociais, embora raramente seja explicitamente referido em Sociologia. Assim, este apresenta-se como uma ferramenta útil para problematizar e repensar as relações sociais, que através do mesmo se procurarão objectivar, impondo disciplina metodológica à imaginação sociológica que se pretende simultaneamente fértil e disciplinada.

A Sociologia do Corpo (BRETON) constitui-se como uma perspectiva dedicada à compreensão dos fenómenos humanos, sociais e culturais. A sua adopção como linha de pesquisa significa a mobilização desta teoria para a descoberta de um mundo simbólico, objecto de representações e imaginários. Apresentam-se abaixo alguns aspectos desenvolvidos nesta obra.

As ambiguidades do referente “corpo”. De que “corpo” se trata? – Qualquer questionamento sobre o corpo requer a enunciação, elucidação, construção daquilo que se subentende. O corpo não é uma natureza. Não se vêem só corpos. O que vê são homens e mulheres. Os sociólogos terão de construir a sua perspectiva de observação, conscientes de que também o referente se encontra envolvido num véu de representações (Breton, 1992:24).

Representações que constroem o “corpo” (idem:26):
- Anatomia, conhecimento médico. Observam-no como realidade objectiva, independente do homem, ie., um mecanismo com os órgãos e funções. Os médicos especialistas tratam ainda apenas de subconjunto destes, organizados em “aparelhos”;
- A cultura popular identifica o corpo com a carne, a região visível, uma pele que transporta outros componentes;
- A pessoa. Quando mostramos o que o corpo faz, capacidades e seus limites do homem, em interacção com os outros e a natureza.

Nas sociedades ocidentais a representação dominante do corpo é a da medicina, caracterizando uma sociedade individualista que separa o corpo da pessoa. A palavra “corpo” nem é aplicada exclusivamente a humanos, podendo referir-se a qualquer estrutura: “Tudo o que ocupa espaço e constitui unidade orgânica ou inorgânica” (DLPO).

O corpo é uma falsa evidência, não é um dado inequívoco, mas uma construção social e cultural. Nas sociedades ocidentais o destaque dos indivíduos relativamente à comunidade resulta da sua transformação social e cultural, que o coloca em evidência para o distinguir dos outros, observando Durkheim que “é preciso um factor de individualização, sendo o corpo que desempenha esse papel”.

O corpo é uma estrutura simbólica (idem:29). O conhecimento biomédico é a sua representação oficial, mas não recolhe a unanimidade nem dos seus especialistas, pois estes frequentemente indicam “medicinas paralelas” ou “alternativas”, visando o alívio do sofrimento físico: o ioga, a medicina chinesa, a acupuntura, etc. que transportam outras representações do corpo. Compete à Sociologia compreender e explicar esta estrutura simbólica, descrevendo as suas representações, os imaginários, os desempenhos e os limites infinitamente variáveis conforme as sociedades.

O corpo da modernidade, estudado pela Sociologia, resulta do advento do individualismo nas sociedades capitalistas, que identifica o corpo como um componente autónomo da própria pessoa. Este é o elemento que estabelece a fronteira entre o espaço social e o espaço de soberania individual. Nas sociedades tradicionais, de dominante comunitária, na qual o estatuto da pessoa se subordina ao colectivo, diluindo-se no grupo, esta cisão não faz sentido.

O corpo não existe em estado natural, sempre está compreendido na trama social de sentidos, mesmo em suas manifestações aparentes de insurreição, quando provisoriamente uma ruptura se instala na transparência da relação física com o mundo do actor (dor, doença, comportamento não habitual, etc.).

A tarefa da Sociologia (idem:32)
A Sociologia, cujas pesquisas têm no corpo seu fio condutor, não deve nunca esquecer da ambiguidade e da efemeridade de seu objecto, a qualidade que possui de incentivar questionamentos muito mais que de constituir fonte de certezas. Deve sempre estudar o comportamento do actor em função da situação, para não ceder ao dualismo que invalidaria a análise. O significante "corpo" funciona, para a sociologia, como um mito no sentido de G. Sorel: ele cristaliza o imaginário social, provoca as práticas e as análises que continuam a explicar sua legitimidade, a provar de maneira incontestável sua realidade. Mas o sociólogo não esquece que ele próprio vive num mundo de categorias mentais inseridas na trama da história social, e, de modo geral, na trama da história das ciências.

De modo mais específico, o qualificativo "corpo" que limita o campo dessa sociologia é uma "forma simples" no sentido de André Jolles: "Todas as vezes que uma actividade do espírito conduz a multiplicidade e a diversidade do ser e dos acontecimentos a cristalizar-se para adquirir uma certa forma, todas as vezes que essa diversidade, percebida pela língua em seus elementos primeiros e indivisíveis e transformada em produção da linguagem, puder ao mesmo tempo querer dizer e significar o ser e o acontecimento, diremos que ocorre o nascimento de uma forma simples" cujas actualizações sociais e culturais é preciso conhecer.

O “corpo" é uma linha de pesquisa e não uma realidade em si. É preciso então marcar o distanciamento da sociologia de Durkheim, segundo a qual o corpo é estritamente redutível ao biológico. O conhecimento biomédico representa uma espécie de verdade universal do corpo que uma parte das sociedades humanas não conseguiu adquirir, como provam os numerosos curandeiros das nossas tradições rurais. Etnocentrismo elementar ao qual cedem, no entanto, numerosos pesquisadores.

A independência do discurso sociológico (idem:34)
A medicina e a biologia propõem um discurso sobre o corpo aparentemente irrefutável, culturalmente legitimo. Mas, tanto uma quanto a outra compartilham um conhecimento de outra categoria. Detêm, de certa forma, um conhecimento "oficial", ensinado na universidade, isso quer dizer que visam à universalidade e sustentam as práticas legítimas das instituições médicas ou de pesquisa. No entanto, esse monopólio da "verdade" é disputado pelas medicinas que repousam sobre as tradições populares, variáveis conforme as culturas, ou sobre outras tradições do conhecimento (acupuntura, homeopatia, quiropraxia, medicina ayuvérdica, etc.) que por sua vez se apoiam em outras representações do corpo humano.

O sociólogo não pode então tomar partido nesses conflitos de legitimidade ou nessas coexistências paradoxais que lembram justamente o carácter sempre social e cultural das obras humanas; antes de tudo, tem como tarefa tornar perceptíveis os imaginários do corpo presentes na medicina moderna ou nas outras medicinas; assim como apreender os procedimentos variados usados nas curas e compreender as virtudes apregoadas.

A sociologia aplicada ao corpo distancia-se das asserções médicas que desprezam as dimensões pessoal, social e cultural nas percepções do corpo. Tudo se passa como se a representação anatomofisiológica tivesse que escapar da história para entregar-se ao absoluto.

Uma Sociologia do corpo? (idem:35)
Uma "sociologia do corpo", lúcida em relação às ameaças que pesam sobre ela, mas que ao afastá-las descobre um continente a ser pesquisado, quase inexplorado, onde a inteligência e a imaginação sociológica do pesquisador se podem desenvolver. Essa via central da pesquisa pode, por outro lado, alimentar-se avidamente das análises levadas a cabo em outros lugares e para outras finalidades.

08/11/2012

Representações do Bom Aluno



Até aos 14 anos andei distraído mas tinha desgosto com isso… (02:34) porque não tinha organização, não sabia por onde havia de começar… (02:50). (...) Eu também fui mau aluno. Quando chumbei... o meu pai perguntou-me, e eu comecei a chorar. E ele disse-me: “Olha, tu ao menos tiveste o desgosto!” Quando a pessoa tem o desgosto vai fazer imediatamente que isso não se volte a repetir, porque há muitos que nem desgosto têm (25:30).

No texto abaixo podemos observar outras representações do universo escolar, associadas à sua experiência pessoal. Por exemplo, a indicação do desporto encontra-se associado a um dado biográfico a saber: o autor foi atleta do Benfica!
Fonte: Meia-Hora.

1. "Mas essa parte não era para se dizer" (02:22). Porquê?

2. Identifica no texto outras representações do "bom aluno".

19/09/2012

O abraço de Adriana

A imagem abaixo tornou-se viral após a manifestação de 15 de Setembro de 2012.
  • “Porque é que estão aqui?”

    “Estou aqui porque é o meu trabalho.”

    “Mas não preferias estar connosco, deste lado?”
    www.ionline.pt
Certamente que a imagem expressa os sentimentos de muitas pessoas que se identificam de formas variadas com ela, tendo-se tornado um símbolo da data.

1. Quem transformou esta foto em símbolo do 15/SET/12?

2. Expressa por palavras tuas o conceito de representações sociais.

3. Refere algumas representações sociais associadas ao abraço de Adriana.

Recursos