26/08/2011

Representações sociais

Dizem-se representações sociais o saber “comum”, “espontâneo” ou “ingénuo” por oposição ao saber produzido metodicamente, pela ciência. Têm interesse em Sociologia para se compreender a lógica ou maneira como os indivíduos pensam, em função dos contextos em que se encontram.



Frequentemente os estudantes se perguntam:
Porque sou burro em Matemática?

Segue-se uma "explicação" que desdramatiza o insucesso escolar: "90% dos estudantes que tiram negativa, atiram o barro à parede".



Cada vez que conversamos, contamos anedotas, interagimos, utilizamos representações sociais. Não há tempo, nem paciência, nem necessidade, nem conhecimento para o debate científico, exceptuando alguns casos muito raros.

  • Diferença entre o Paraíso e o Inferno
    O Paraíso é aquele lugar onde o humor é britânico, os cozinheiros são franceses, os mecânicos são alemães, os amantes são portugueses e tudo é organizado pelos suíços.
    O Inferno é aquele lugar onde o humor é alemão, os cozinheiros são britânicos, os mecânicos são franceses, os amantes são suíços e tudo é organizado pelos portugueses...

A realidade acessível aos agentes resulta tanto da própria realidade quanto das representações sociais que têm da mesma. Estas podem ser definidas como modalidades de conhecimento prático, socialmente elaboradas e partilhadas. Constituem, simultaneamente, sistemas de interpretação e categorização do real e modelos ou guias de acção pelos quais os agentes se conduzem, dotando as suas acções de um sentido intentado.

Moscovici definiu representação social como:
  • Um sistema de valores, ideias e práticas que desempenham uma dupla função: primeiro, estabelecer uma ordem que irá permitir aos indivíduos orientarem-se eles próprios no seu mundo material e social e governá-lo; e em segundo proporcionar que a comunicação exista entre os membros de uma comunidade fornecendo-lhes um código para permuta social e um código para nomear e classificar claramente os vários aspectos do seu mundo e a sua história individual e do grupo.
Por exemplo, no quotidiano escolar, é comum todos os agentes se entenderem em torno da lei de ouro do trabalho escolar: só uma alteração de atitudes, métodos de trabalho, etc., garantiriam melhores resultados. Daqui decorrem as representações do Bom Aluno, bem como o "Método do Bom Aluno", entre outras lógicas.

Este conceito não é novo para nós. Falámos já de representações sociais a propósito dos estereótipos, dando particular destaque ao insucesso escolar a Matemática referimos as representações que os jovens têm dos media digitais ilustrámos um post com um vídeo sobre a representação do nativo digital outro com a representação social da educação aberta...

Por exemplo, são as representações sociais que nos permitem entender as mulheres ;)

Uma vez que as representações sociais constituem a matéria-prima do sociólogo, convém recordar este conceito e observar mais alguns exemplos. Realmente já temos este conceito desenvolvido no Arquivo, com abundantes exemplos, pelo que fica somente aqui o convite para o visitar, começando por ler este PowerPoint.

Ler mais?

Imaginação sociológica



Imaginação sociológica é um conceito do americano C. Wright Mills. Consiste na aplicação do pensamento imaginativo ao questionamento e às respostas sociológicas. Implica que o investigador "pense de uma forma distanciada" das rotinas que lhe são familiares.

Desenvolvimento em Texto de Giddens

25/08/2011

Augusto Comte 1798-1857



Comte casou com uma mulher de má reputação e iniciou um curso de Filosofia. Atravessou uma crise mental grave, chegando a tentar o suicídio. Ultrapassou esta crise leccionando o Curso de Filosofia Positiva. Mais detalhes?

Inventou o termo “Sociologia”, pois até então utilizava-se a expressão “física social”. Considerava a Sociologia a última ciência a ter-se desenvolvido – depois da Física, da Química e da Biologia – mas a mais importante e complexa de todas as ciências. A Sociologia, defendia, deveria poder contribuir para o progresso da humanidade, usando o seu carácter científico para compreender e, assim, poder controlar o comportamento humano. Na fase mais tardia da sua carreira, com base na sua perspectiva sociológica, Comte teceu planos ambiciosos para a reconstrução da sociedade em geral e da sociedade francesa em especial.

Antecessores de Augusto Comte
Fonte da imagem: http://psicologiarg.blogspot.com/2007/05/resuminho-de-sociologia.html

Citações
"A moral consiste em fazer prevalecer os instintos simpáticos sobre os impulsos egoístas."
"A liberdade é o direito de fazer o próprio dever."

Principais obras:
- Programa dos trabalhos científicos necessários para a reorganização da sociedade (1822);
- Curso de Filosofia Positiva (1830-1842);
- Tratado elementar de Geometria Analítica (1843);
- Discurso sobre o Espírito Positivo (1844);
- Sistema de Política Positiva (1851-1854);
- Catecismo Positivista (1852);
- Apelo aos Conservadores (1855).


Referências
CRUZ, M. Braga, (2001:137-138), Teorias Sociológicas – Os Fundadores e os Clássicos (Antologia de Textos), Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
GIDDENS, Anthony, (2000:24-25), Sociologia, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
http://www.citador.pt/frases/citacoes/a/auguste-comte

Max Weber 1864-1920



Segundo Weber, o capitalismo é um entre muitos factores do desenvolvimento social. O impacto da ciência e da burocracia, subjacente ao capitalismo, foi fundamental em certos aspectos. A ciência ajudou a moldar a tecnologia moderna e irá continuar a fazê-lo em qualquer sociedade futura. A burocracia é o único modo de organizar eficientemente um grande número de pessoas, e, assim, expande-se inevitavelmente com o crescimento económico e político. O desenvolvimento da ciência, da tecnologia moderna e da burocracia foi colectivamente descrito por Weber como racionalização – a organização da vida económica e social segundo princípios de eficiência tomando por base o conhecimento técnico.

Do ponto de vista weberiano a acção social, passada, presente ou futura, não se orienta de modo mecânico ou reactivo, mas de modo significativo segundo os comportamentos esperados dos outros, sejam estes indivíduos ou grupos. Estando referida ao comportamento dos outros, por ele se orienta prosseguindo determinado sentido intentado.


Nasceu em Erfut (1864), de uma família enraizada no mundo da cultura e da política. Seu pai, formado em direito e proveniente de uma família da indústria têxtil de Westfalia, foi stadtrat de Berlim, deputado nacional-liberal no parlamento prussiano primeiro, no Reichtag depois. Sua mãe, culta e piedosa votou interesse aos problemas sociais. Por casa dos pais em Berlim passaram importantes figuras intelectuais e políticas do tempo entre os quais Dilthey e Mommsen.

Estudou direito em Berlim, Heidelberg e Gottingen. Em 1887, entrou a fazer parte do Vrerein fur Sozialpolitik, associação de universitários das ciências sociais, dominada pelos “socialistas de cátedra”, para quem realizará uma pesquisa sobre os camponeses na Prússia oriental (1890). Doutorou-se em Berlim (1889) com uma tese sobre a história económica medieval e conseguiu a habilitação como privatdozent (1891) com um trabalho de história agrária romana. Ensina história económica em Berlim, até que se transfere para a Universidade de Friburgo (1894), e dois anos depois, para a de Heidelberg, onde se fixará, ensinando economia política.

Começou também a desenvolver actividade política na União Social Evangélica de pastor F. Naumann (1890), e no ano seguinte chegou até a candidatar-se ao lugar de presidente da Câmara de Bremen, mas sem êxito. Aderiu à Liga Pan-Germanista (1893). Mas em breve abandonará tanto os cristãos sociais como os pan-germanistas, para se aproximar dos socialistas, cujo convite para ser candidato às eleições do Sarrebruck em 1899 em todo o caso rejeitou.

Obrigado, por razões de saúde, a suspender em 1897 a sua actividade docente e universitária, viaja e estuda durante alguns anos. Regressa a Heidelberg (1902), e aparece como fundador e director da famosa revista Archiv fur Sozialwissenchaft und Sozialpolitik (1903); onde publica os primeiros escritos sociológicos, designadamente o ensaio sobre A objectividade nas ciências sociais e os dois capítulos da Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo.

Os anos que precedem a guerra foram de profunda actividade intelectual, em que começou a redigir Economia e Sociedade, em que publicou importantes ensaios metodológicos e redigiu volumosas obras sobre as religiões mundiais.

A partir de 1916 desenvolve esforços no sentido da preparação do pós-guerra. Como membro do Comité para a Europa Central do pastor Naumann, faz deslocações a Viena e Budapeste, na procura da criação de um mercado central europeu. Preconiza a parlamentarização do regime, a reforma eleitoral, exige a abdicação do Kaiser, mas opõe-se à “paz a qualquer preço”. Aceita participar na elaboração da Constituição de Weimar, adere ao Partido Democrático Alemão, mas recusando convites tanto para o governo, como para o parlamento e para a diplomacia. Em 1919 pronuncia-se contra a dívida de guerra e contra o Tratado de Versailles.

Regressou ao ensino na Universidade de Munique (1918), onde dá um curso de História Económica Geral (publicado postumamente) e onde profere duas importantes conferências sobre O político como vocação e a Ciência como vocação.

Morre em 1920, com algumas obras por publicar.

Citações
"A história ensina-nos que o homem não teria alcançado o possível se, muitas vezes, não tivesse tentado o impossível."

Principais obras
- Contribuição para a história das organizações comerciais medievais (1889);
- História agrária romana e seu significado para o direito público e privado (1891);
- O Estado Nacional e a Economia Política (lição inaugural da Universidade de Friburgo)(1895);
- A objectividade do conhecimento nas ciências e na política sociais (1904);
- Estudos críticos para servir à lógica das ciências da cultura (1906);
- Ensaio sobre algumas categorias da sociologia compreensiva (1912);
- A ética económica das religiões universais (1915);
- O induismo e o budismo (1916);
- O judaísmo antigo (1917);
- Parlamento e Governo no novo ordenamento da Alemanha (1917);
- O político e o cientista (1918);
- Ensaio sobre a neutralidade axiológica nas ciências sociais e económicas (1918);
- História económica geral (1924);
- Economia e Sociedade (1919-1922).

Referências
CRUZ, M. Braga, (2001:581-582), Teorias Sociológicas – Os Fundadores e os Clássicos (Antologia de Textos), Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
GIDDENS, Anthony, (2000:29), Sociologia, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
http://www.citador.pt/frases/citacoes/a/max-weber

Emile Durkheim 1858-1917



Durkheim considerava as ideias de Comte especulativas e vagas, justificando o seu insucesso. Segundo Durkheim, para se tornar científica, a Sociologia teria de estudar factos sociais, aspectos da vida social que moldam as nossas acções enquanto indivíduos, como por exemplo a situação económica e a religião. Durkheim acreditava que devemos estudar a vida social com a mesma objectividade com que os cientistas estudam o mundo natural. Daí o seu famoso princípio básico da Sociologia: “estudar os factos sociais como coisas”, desligados dos sujeitos conscientes que deles têm representações. Queria isso dizer que a vida social podia ser analisada com o rigor com que se analisam objectos ou fenómenos da natureza.

Entre os seus estudos mais famosos encontra-se a análise do suicídio, onde demonstrou que os factores sociais exercem uma influência determinante sobre o comportamento dos indivíduos. Caracterizou o suicídio egoísta, o suicídio anómico e o suicídio altruísta, deixando a tipologia em aberto para responder a outro género de causas.


Nasceu em Epinal, na Lorena (1958), de uma família rabínica hebraica. Frequentou em Paris, a partir de 1879, a Escola Normal Superior, onde teve como professores Fustel de Coulanges e Emile Boutroux, e entre os condiscípulos Bergson, Blondel e Jaures, que chegou mesmo a ser seu companheiro de pensão.

Influenciado por Comte, Spencer e Renouvier, estudou na Alemanha ciência positiva da moral (1885-86), tendo publicado no regresso alguns primeiros artigos na Revue Philosophique sobre a filosofia moral e as ciências sociais na Alemanha.

Em 1887 ocupa em Bordéus a cadeira de Pedagogia onde começa a reger os seus cursos de marcado pendor sociológico, e aí permanece durante 15 anos, vindo a apresentar como tese de doutoramento A divisão do trabalho social (1893) e como prova complementar A contribuição de Montesquieu para a constituição da ciência social. Funda a revista L’Année sociologique (1896), que se tornará no grande órgão de expressão da sua escola, onde se iniciarão muitos dos seus discípulos: Bouglé, Fauconnet, Marcel Mauss que mais tarde cuidarão da publicação das suas obras póstumas.

Transfere-se para Paris (1902), onde lhe é entregue a cátedra de Ciência da Educação da Sorbonne. Em 1906 é titular dessa cadeira que, em 1913, passa a chamar-se de Sociologia.

Mas em 1915 morre na guerra o seu único filho, na frente de Salónica. Entristecido e envelhecido prematuramente, vem a morrer em 1917.

Principais obras:
- Sobre a divisão do trabalho (1893):
- As regras do método sociológico (1895);
- O Suicídio (1897);
- As formas elementares da vida religiosa (1912);
- A Alemanha acima de tudo: a mentalidade alemã e a guerra (1916);
- Educação e Sociologia (1922);
- Sociologia e Filosofia (1924);
- A educação moral (1925);
- O socialismo (1928);
- A evolução pedagógica em França (1938);
- Lições de Sociologia (1950);
- Montesquieu e Rousseau (1953);
- Pragmatismo e Sociologia (1955);
- Diário sociológico (1969);
- A ciência social e a acção (1970);
... e três volumes de Textos.

Citações
O homem não pode viver no meio das coisas sem fazer delas ideias segundo as quais regula o seu comportamento. Mas como essas noções estão mais próximas de nós e mais ao nosso alcance do que as realidades a que correspondem, tendemos naturalmente a substituí-las a estas últimas e a fazer delas a própria matéria das nossas especulações. Em vez de observar as coisas, de as descrever, de as comparar, contentamo-nos em tomar consciência das nossas ideias, em analisá-las, em combiná-las. Em vez de uma ciência de realidades, não fazemos senão uma mera análise ideológica.
Os factos sociais devem ser considerados como coisas.


Referências
CRUZ, M. Braga, (2001:299-300), Teorias Sociológicas – Os Fundadores e os Clássicos (Antologia de Textos), Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
DURKHEIM, Émile, (2007), O Suicídio – Estudo Sociológico, Editorial Presença, Barcarena.
DURKHEIM, Emile, (1895), As Regras do Método Sociológico, Acedido em Agosto de 2011

24/08/2011

Bibliografia

ARON, Raymond, (2004), As Etapas do Pensamento Sociológico, Publicações Dom Quixote, Lisboa.

BARDIN, Laurence, (1995), Análise de Conteúdo, Edições 70, Lisboa.

BERGER, Peter, LUCKMAN, Thomas, (1999), A Construção Social da Realidade - Um livro sobre Sociologia do Conhecimento, Editora Dinalivro, Lisboa.

BOUDON, Raymond, (1995), Tratado de Sociologia, Edições Asa, Porto.

BOURDIEU, Pierre, (2001), O Poder Simbólico, DIFEL Difusão Editorial, Lisboa.

BOURDIEU, Pierre, (2003), Questões de Sociologia, Edições Fim de Século, Lisboa.

BRETON, David Le, (1992), Sociologia do Corpo, Editora Vozes, São Paulo.

CASTELLS, Manuel, (2007a), A Sociedade em Rede - A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

CASTELLS, Manuel, (2007b), O Poder da Identidade - A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

CASTELLS, Manuel, (2007c), O Fim do Milénio - A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

CORCUFF, Philipppe, (2001), As Novas Sociologias, Editora VRAL, Sintra.

COSTA, António Firmino, (1992), Sociologia, Editora Difusão Cultural, Lisboa.

CRUZ, M. Braga, (2001), Teorias Sociológicas – Os Fundadores e os Clássicos (Antologia de Textos), Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

DUBAR, Claude, (2006), A Crise das Identidades, A interpretação de uma Mutação, Edições Afrontamento, Porto.

DUBAR, Claude, (2005), A Socialização – Construção das identidades sociais e profissionais, Livraria Martins Fontes Editora, São Paulo.

DURKHEIM, Émile, (2001), Sociologia, Educação e Moral, Rés-Editora, Porto.

DURKHEIM, Emile, (1895), As Regras do Método Sociológico, Acedido em Agosto de 2011

DURKHEIM, Émile, (2004), As Regras do Método Sociológico, Editorial Presença, Barcarena.

DURKHEIM, Émile, (2007), O Suicídio – Estudo Sociológico, Editorial Presença, Barcarena.

ELIAS, Norbet, (1999), Introdução à Sociologia, Edições 70, Lisboa.

GIDDENS, Anthony, (1992), As Consequências da Modernidade, Celta Editora, Oeiras.

GIDDENS, Anthony, (2000), Sociologia, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

GOFFMAN, Erving, (1891), Estigma, LTC Editora, Rio de Janeiro.

LAHIRE, Bernard, (2003), O Homem Plural – As Molas para a Acção, Instituto Piaget, Lisboa.

LAKATOS, Eva Maria, (1995), Sociologia Geral, Dinalivro, Lisboa.

MAIA, Rui Leandro (Coordenador), (2002), Dicionário de Sociologia, Porto Editora, Porto.

MARÇAL, Jairo (Coordenador), (2007), Sociologia, Manual brasileiro, acedido em Agosto de 2011 Backup

OSBORNE, Richard, LOON, Borin Van, (1998), O que é a Sociologia?, Publicações Dom Quixote, Lisboa.

POMBO, António Pedro et al, (2009), Sociologia em Acção, Porto Editora, Porto. MANUAL ADOPTADO

RESENDE, José Manuel, (2003), O Engrandecimento de uma Profissão: Os Professores do Ensino Secundário Público no Estado Novo, Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação para Ciência e Tecnologia, Lisboa.

SINGLY, François, (2006), Uns com os Outros – Quando o Individualismo cria Laços, Instituto Piaget, Lisboa.

WEBER, Max, (2005), Três Tipos de Poder e outros escritos, Editora Tribuna da História, Lisboa.

WEBER, Max, (2005), Três Tipos Puros de Poder Legítimo, Editora Tribuna da História, Lisboa.

WEBER, Max, (2005), A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, Editorial Presença, Queluz.

WEBER, Max, (2000), Conceitos Sociológicos Fundamentais, Edições 70, Lisboa.

Speed Trabalhos de alunos

Tribos Urbanas - Caracterização de subculturas juvenis e urbanas: basofes, betos, desportistas radicais, dorks, drag queens, emos, from uk, geeks, góticos, grunges, headbangers, hippies, mods, nerds, playboys, plocs, preppys, punks, rastas, skinheads, taceurs, vegans, white powers e yuppies.


Génese da Sociologia - Mapa Conceptual

Os speeds são da responsabilidade das fontes indicadas.